Japão

Morrer no Japão: custos e procedimentos

10/02/2026

A morte de estrangeiros que vivem no Japão segue procedimentos específicos e envolve autoridades locais e representações diplomáticas. Quando o falecimento é identificado, a polícia ou hospitais comunicam o governo municipal, que aciona o consulado do país de origem da vítima.

Em geral, a embaixada é responsável por localizar familiares e orientar sobre os próximos passos, incluindo funeral ou cremação. Caso não haja instruções prévias, a decisão cabe à família. Os pertences pessoais ficam sob custódia municipal até serem devolvidos.

A repatriação do corpo é possível, mas cara: os custos giram em torno de ¥500 mil, sem contar passagens e taxas adicionais. Seguros de vida ou viagem podem cobrir essas despesas. Caso não haja familiares localizados, as autoridades locais assumem os trâmites legais.

Fonte: Japan Today / Foto: Ilustrativa

Japão Aqui e o brasileiro cada vez mais “japonês”. De refugiado econômico a imigrante nipo-brasileiro, fizemos o caminho inverso dos japoneses que atravessaram oceanos após a segunda guerra mundial.

Em 2007 após atingir a marca de 316.000 brasileiros oficialmente residentes no Japão o “Lehman shock” em 2008, esvaziou nossa comunidade em cerca de 140.000 pessoas, nos anos que se seguiram. Hoje em 2019, voltamos a crescer atingindo a marca de 193.798 brasileiros residentes (junho-2018 / Ministry of Internal Affairs and Communications).

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